Dia Nacional do Vôlei: curiosidades do esporte

No dia 28 de junho é comemorado o Dia Nacional do Vôlei. O esporte começou a crescer nos Anos 80 e, hoje, se poularizou, graças às constantes conquistas do Brasil entre os homens e as mulheres.

Jacqueline

 

Jacqueline foi a precursora do vôlei de praia entre os brasileiros. Ela jogou como levantadora titular nas Olimpíadas de Moscou e de Los Angeles e, posteriormente, atuou na Europa e nos Estados Unidos. Foi aí que ela foi seduzida pelo vôlei de praia, tornando-se uma das jogadores mais bem sucedidas da história. Fez uma parceria quase imbatível com Sandra Pires e conquistaram um feito olímpico histórico para o Brasil. A dupla obteve a primeira medalha olímpica entre as mulheres para o Brasil.

 

 

 

 

José Roberto Guimarães

José Roberto Guimarães é o único técnico a conseguir a medalha de ouro olímpica por duas seleções. Em 1992, ele levou uma jovem
geração brasileira ao título em Barcelona. A equipe era composta por nomes como Marcelo Negrão, Tande, Giovane e Maurício. Após fracassar nos Jogos de 1996, em Atlanta, deixou a seleção e só voltou sete anos mais tarde para comandar o time feminino. Perdeu na semifinal das Olimpíadas de Atenas, mas se recuperou em Pequim-2008, conquistando o primeiro ouro do vôlei feminino do Brasil.

 

Bernardinho/jogadoras

 

Bernardinho foi casado com duas jogadoras de vôlei. Sua primeira mulher foi Vera Mossa, ponteira do time que disputou as Olimpíadas de Moscou, Los Angeles e Seul. Bruninho, atual levantador titular da seleção, é resultado dessa união. O segundo casamento foi com a ex-levantadora Fernanda Venturini, que disputou as Olimpíadas de Atlanta e de Atenas e conquistou o bronze nos Estados Unidos.

 

 

 

 Geração de ouro feminina

 

O time que conquistou o ouro olímpico em Pequim-2008 começou a ser formado a partir de uma briga. Em 2002, o técnico Marco Aurélio Motta cortou a ponteira Estefânia do Mundial e provocou uma rebelião nas companheiras dela. Atletas como Virna, Raquel e Fofão e Érika pediram dispensa, e o Brasil teve que ir para o Mundial com uma equipe jovem. Começavam a surgir Sheilla, Paula Pequeno, Valeskinha e Sassá, que, seis anos depois, conquistaram o título olímpico.

 

 

 

Transição da geração de prata

A geração de prata do vôlei brasileiro foi quem deu início à história da modalidade no país. O vice-campeonato em Los Angeles fez o Brasil subir de patamar e foi o responsável pelo sucesso atual. Houve uma ruptura nessa equipe, em 1987, quando os jogadores pediram afastamento do técnico sul-coreano Young Wan Sohn. O técnico ganhou a queda-de-braço com a desconvocação dos rebeldes, mas os atletas voltaram ao time após o treinador cair ainda antes das Olimpíadas de Seul. De qualquer forma, Bebeto de Freitas dava início a um processo de renovação que culminou com o ouro olímpico nos Jogos de Barcelona, em 1992.

 

Leila/Emanuel

 

O vôlei também teve um casamento entre a quadra e a praia. Leila, que foi medalha de bronze nas Olimpíadas de Atlanta e de Sydney, tentou a sorte na areia, sem muito sucesso. E há quase quatro anos está casada com Emanuel, o atleta com maior número de glórias do vôlei de praia do Brasil. Eles têm um filho, que está perto de completar dois anos de idade.

 

 


 

Isabel

 

Jogou as Olimpíadas de Moscou e de Los Angeles e até hoje é considerada uma das melhores jogadoras da história do Brasil. E ela deu sequência à carreira com seus filhos. São quatro, sendo que três deles atuam no vôlei de praia. Maria Clara e Carolina formam uma parceria, enquanto Pedro Solberg atua com Márcio.

 

 

 

Viagem ao Fundo do Mar

 

O saque que hoje é bastante utilizado e com diversas variações já deixou belas recordações ao Brasil. Foi com um desse que Marcelo Negrão marcou o ponto decisivo e que garantiu o título olímpico em Barcelona. Dois anos depois, o Brasil conquistou seu primeiro título mundial da mesma maneira, mas com Giovane, e sem a mesma potência. Na foto, está William, o levantador da geração de prata e um dos atletas que mais usava essse recurso.

 

 

 

Jornada nas Estrelas

 

 

O saque foi eternizado por Bernard, um dos integrantes da geração de prata do vôlei masculino. Era um tormento para os adversários, já que o brasileiro mandava a bola quase no teto do ginásio e dificultava a visão dos rivais por causa da iluminação. Posteriormente, Tande começou a praticar esse saque, mas não conseguia o mesmo êxito.

 

 

 

Jogo no Maracanã

 

Um jogo de vôlei teve a presença de 90 mil espectadores. Brasil e União Soviética fizeram um amistoso no Maracanã e que teve vitória do Brasil por 3 sets a 1. A quadra foi montada no centro do gramado, e a partida teve até de ser paralisada por causa da chuva. Era o início da popularização do vôlei entre os amantes do esporte no Brasil.

 

 

 

 

Gustavo/Murilo

 

Uma dupla de irmãos tem a chance de conquistar o ouro olímpico. Gustavo e Murilo devem defender o Brasil nas Olimpíadas de Pequim. O meio-de-rede já tem em seu currículo o ouro de Atenas, em 2004. Quando estiveram juntos pela primeira vez, em Pequim-2008, eles ficaram com a prata.

 

 

 

 

Murilo/Jaqueline

 

O vôlei de quadra tem mais um casal que já atuou junto nas Olimpíadas de Pequim. O ponteiro Murilo é casado com Jaqueline, ponteira do time feminino. Eles se encontrarão novamente em Pequim em busca de uma medalha de ouro em conjunto.

 

 

 

 

Amauri

 

O meio-de-rede Amauri atravessou gerações vencedoras. Em 2004, ele foi titular do time que ficou com a medalha de prata. Oito anos depois, ele voltou à equipe, dirigido por José Roberto Guimarães, e conquistou o ouro.

 

 

 

 

Mauricio/Giovane

 

A dupla é outra que atravessou gerações no vôlei masculino. Só que com o diferencial de que conquistaram duas vezes o ouro olímpico. Eles foram titulares da equipe que se sagrou campeã em Barcelona, em 1992. Doze anos depois, estavam juntos no time que faturou o bicampeonato olímpico, em Atenas.

 

 

 

Duplas frustradas

 

Apesar do grande sucesso do Brasil no vôlei de praia, levar jogadores da quadra para a areia não é uma receita garantida. Isso aconteceu, por exemplo, com Tande e Giovane, que idealizaram uma parceria, mas sem grandes resultados. Isso aconteceu também com Leila e Ana Paula. As duas chegaram a atuar juntas, mas nunca conquistaram grandes vitórias na areia.

 

 

 

FONTE: http://esportes.br.msn.com

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