“Ter chegado aqui não é nenhuma conquista” Afirma Lorena

Sada Cruzeiro (MG) e Vôlei Futuro (SP) fizeram, na manhã desta QUINTA-FEIRA (19.04), o primeiro treino no palco da decisão da Superliga masculina de vôlei 11/12. As equipes, que buscam o primeiro título da competição, treinaram no ginásio Poliesportivo, em São Bernardo do Campo (SP), para a final, que será realizada às 10h deste SÁBADO (21.04). O confronto decisivo terá transmissão da TV Globo e dos canais Sportv e Esporte Interativo.

Maior pontuador da Superliga, com 516 pontos (448 de ataque, 38 de bloqueio e 30 de saque), o oposto Lorena, do Vôlei Futuro, afirma que as duas vitórias do Sada Cruzeiro nesta temporada, por 3 sets a 2 no turno e 3 sets a 1 no returno, não significam que o resultado será o mesmo na decisão.

“As duas derrotas não representam que o Sada Cruzeiro seja um bicho papão. Aposto em um jogo equilibrado, pois as duas equipes estão muito bem preparadas. O time deles está de parabéns por ter chegado pela segunda vez consecutiva na final e é uma equipe com grandes jogadores”, destaca Lorena.

Conhecido por jogar sempre com muita emoção, o oposto do time de Araçatuba está pronto para a final. “Eu considero esse como o jogo do campeonato. Pelo nível da competição, as duas equipes estão de parabéns. Agora, quero me divertir. Esse momento é de alegria. Ter chegado aqui não é nenhuma conquista porque todos nós queremos o título, mas em uma final, quem tiver mais inspirado, vai levar a melhor”, afirma Lorena.

O levantador Ricardinho, do Vôlei Futuro, destaca a qualidade dos finalistas. “Hoje já existe uma rivalidade entre os dois grupos. O trabalho realizado pelo Vôlei Futuro é excelente. No entanto, as duas equipes fizeram uma grande competição e merecem ficar com o título”, conclui Ricardinho.

Fonte: site CBV

ENTREVISTAS DE RICARDINHO (FONTE: http://ricardinhogarciafcr17.blogspot.com.br)

– Estamos em busca de um título inédito, e isso é muito bom. É inédito para a cidade, para o clube, torcedores, diretores. A torcida sempre foi maravilhosa com a gente e ficaremos na história da cidade se ganharmos o título. É um clima de projeto novo, de fazer parte de algo que está começando – diz o levantador.

Habituado a jogos importantes, Ricardinho jura que não fica nervoso nesses momentos, mas admite a vontade de que a partida comece logo.
– É mais uma ansiedade do que nervosismo. Chegamos à final por capacidade, então não tem por que ficar nervoso. É só na hora do alongamento que essa ansiedade passa e ficamos mais tranquilos para jogar.

Mesmo com toda a experiência, o jogador de 37 anos evita dar conselhos aos mais novos. O que ele prefere é descontrair o ambiente, para não deixar os companheiros mais tensos com a final.
– É um momento muito particular, cada um tem uma reação. Até pensei em falar algo para eles no vestiário, mas acho que a melhor forma é brincar e tentar tranquilizar o ambiente.

– Decisão tem sempre muita adrenalina, já passei por muitas delas. A Superliga tem vários times bons, é um campeonato perigoso. Mas, em uma partida só, a parte emocional conta muito.

Advertisements

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s