Nesta sexta-feira tem decisão da última vaga para a final da Superliga Masculina

Uma vaga na final será algo inédito para as duas equipes. Disputando há seis anos a Superliga, o Vôlei Futuro receberá dentro de casa o estreante RJX, na última partida das semifinais, que garantirá ao vencedor o passaporte para a tão almejada final. O duelo será realizado amanhã (SEXTA-FEIRA, 13/04), às 21hs, no Ginásio Plácido Rocha, em Araçatuba (SP). O canal Sportv transmite a partida ao vivo.

No primeiro duelo da série melhor-de-três, o Vôlei Futuro foi superado pelos cariocas, em casa, por 3 sets a 0. Já na segunda partida, o Vôlei Futuro brilhou dentro do Maracanãzinho (RJ), com 11.400 torcedores, venceu por 3 sets a 1 e empatou a série.

Durante a preparação para o confronto decisivo, o técnico Cezar Douglas trabalhou forte com seus atletas, com simulações de algumas estratégias utilizadas pelo adversário.

“Na quadra, tentamos simular situações que acontecem na partida, para nos adequarmos melhor a uma marcação no bloqueio, posicionamento de defesa ou saída de jogo. Sempre procurando dar um desafio, para que o nosso jogador tenha que executar os fundamentos com o máximo de energia. Tentamos simular o mais próximo da realidade, então a gente cria situações que já são mais definidas e mais claras para o atleta executar com o melhor gesto, melhor intensidade possível e trabalhar o lado emocional também”.

A venda dos ingressos começou e terminou ontem, quarta-feira. A expectativa para o jogo é grande e Cezar enalteceu a vontade dos torcedores, que madrugaram na fila para comprar o seu ingresso.

“Ontem, nos treinos, ficamos o tempo todo com a torcida. De manhã eles já estavam lá e já tínhamos a expectativa de que ia lotar, do outro lado, a torcida também está criando muita expectativa para o jogo. Acho que torcida mais time, somando tudo isso, tem que dar um resultado vitorioso, com a participação das duas partes”, disse Cezar.

O levantador Ricardinho também elogiou os torcedores do Vôlei Futuro.

“Vi na televisão e acompanhei ao vivo essa agitação no ginásio. Ao mesmo tempo, tem a cobrança e a pressão da cidade inteira. Não falo só dos torcedores que vem no jogo, porque o ginásio não comporta realmente o que precisa. Infelizmente não temos um ginásio para 4 ou 5 mil pessoas, que, na minha opinião, seria o ideal para realmente virar um caldeirão gigantesco. Mas é bom ver isso, a cada ano vem aumentando ainda mais os torcedores, as pessoas que não eram sócias passaram a ser e isso com certeza motiva muito mais os nossos jogadores”, informou Ricardo.

Sobre o seu papel em quadra, como capitão da equipe, Ricardinho informou que tenta trabalhar mais com o lado psicológico da equipe.

“Depois desse segundo jogo, onde igualamos a série, é preciso colocar os pés no chão dessa galera toda. Tento mostrar os erros que aconteceram, não o técnico e tático, porque isso é da comissão técnica, mas acho que o modo do comportamento em quadra, a vibração, ao mesmo tempo a tranqüilidade, que é fundamental e faltou no primeiro jogo. Tento colocar para eles essa diferença do primeiro para o segundo jogo, da melhor maneira possível, questões como ansiedade, a forma de encarar a partida com muita determinação, muita vontade de ir para batalha, da mesma forma que fomos para o segundo jogo. Como capitão, é isso o que eu tento passar”.

Com um jogo decisivo a ser realizado na mística sexta-feira 13, o ponteiro Bob, camisa 13 do Vôlei Futuro, destacou que não acredita em superstições.

“Sou 13 por falta de opção (risos), costumo jogar com a 11, mas já tinha o Vini, então peguei um outro número. Mas não acredito em superstição, acredito só em Deus”.

A final da Superliga será realizada no dia 21 de abril, às 10hs, em São Bernardo do Campo, com transmissão da Tv Globo.

Uma vaga na final será algo inédito para as duas equipes. Disputando há seis anos a Superliga, o Vôlei Futuro receberá dentro de casa o estreante RJX, na última partida das semifinais, que garantirá ao vencedor o passaporte para a tão almejada final. O duelo será realizado amanhã (SEXTA-FEIRA, 13/04), às 21hs, no Ginásio Plácido Rocha, em Araçatuba (SP). O canal Sportv transmite a partida ao vivo.

No primeiro duelo da série melhor-de-três, o Vôlei Futuro foi superado pelos cariocas, em casa, por 3 sets a 0. Já na segunda partida, o Vôlei Futuro brilhou dentro do Maracanãzinho (RJ), com 11.400 torcedores, venceu por 3 sets a 1 e empatou a série.

Durante a preparação para o confronto decisivo, o técnico Cezar Douglas trabalhou forte com seus atletas, com simulações de algumas estratégias utilizadas pelo adversário.

“Na quadra, tentamos simular situações que acontecem na partida, para nos adequarmos melhor a uma marcação no bloqueio, posicionamento de defesa ou saída de jogo. Sempre procurando dar um desafio, para que o nosso jogador tenha que executar os fundamentos com o máximo de energia. Tentamos simular o mais próximo da realidade, então a gente cria situações que já são mais definidas e mais claras para o atleta executar com o melhor gesto, melhor intensidade possível e trabalhar o lado emocional também”.

A venda dos ingressos começou e terminou ontem, quarta-feira. A expectativa para o jogo é grande e Cezar enalteceu a vontade dos torcedores, que madrugaram na fila para comprar o seu ingresso.

“Ontem, nos treinos, ficamos o tempo todo com a torcida. De manhã eles já estavam lá e já tínhamos a expectativa de que ia lotar, do outro lado, a torcida também está criando muita expectativa para o jogo. Acho que torcida mais time, somando tudo isso, tem que dar um resultado vitorioso, com a participação das duas partes”, disse Cezar.

O levantador Ricardinho também elogiou os torcedores do Vôlei Futuro.

“Vi na televisão e acompanhei ao vivo essa agitação no ginásio. Ao mesmo tempo, tem a cobrança e a pressão da cidade inteira. Não falo só dos torcedores que vem no jogo, porque o ginásio não comporta realmente o que precisa. Infelizmente não temos um ginásio para 4 ou 5 mil pessoas, que, na minha opinião, seria o ideal para realmente virar um caldeirão gigantesco. Mas é bom ver isso, a cada ano vem aumentando ainda mais os torcedores, as pessoas que não eram sócias passaram a ser e isso com certeza motiva muito mais os nossos jogadores”, informou Ricardo.

Sobre o seu papel em quadra, como capitão da equipe, Ricardinho informou que tenta trabalhar mais com o lado psicológico da equipe.

“Depois desse segundo jogo, onde igualamos a série, é preciso colocar os pés no chão dessa galera toda. Tento mostrar os erros que aconteceram, não o técnico e tático, porque isso é da comissão técnica, mas acho que o modo do comportamento em quadra, a vibração, ao mesmo tempo a tranqüilidade, que é fundamental e faltou no primeiro jogo. Tento colocar para eles essa diferença do primeiro para o segundo jogo, da melhor maneira possível, questões como ansiedade, a forma de encarar a partida com muita determinação, muita vontade de ir para batalha, da mesma forma que fomos para o segundo jogo. Como capitão, é isso o que eu tento passar”.

Com um jogo decisivo a ser realizado na mística sexta-feira 13, o ponteiro Bob, camisa 13 do Vôlei Futuro, destacou que não acredita em superstições.

“Sou 13 por falta de opção (risos), costumo jogar com a 11, mas já tinha o Vini, então peguei um outro número. Mas não acredito em superstição, acredito só em Deus”.

A final da Superliga será realizada no dia 21 de abril, às 10hs, em São Bernardo do Campo, com transmissão da Tv Globo.

FONTE: site Vôlei Futuro

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